Olá a todos! Devido às mais de 100 visitas de ontem, referentes ao post Não há silêncio que não termine – sobre o livro de Ingrid Betancourt e os poemas de Pablo Neruda, escrevi esse post comemorativo!

A pintura canônica Monalisa (La Gioconda, em italiano; ou La Joconde, em francês) é a obra-prima de Leonardo da Vinci, pintada em 1507, durante a Renascença na região da Florença, na Itália. É o quadro mais famoso da História da Arte, não só por ser uma imagem fundante, mas também por ser a obra mais reproduzida na sociedade ocidental.

 

Monalisa, Leonardo da Vinci, 1507

Assinalarei, pois, dois enigmas que compõem a obra:

1) A diferença de horizontes: se prestarmos atenção, a linha do horizonte do lado direito do rosto de Monalisa é mais alto do que a linha do horizonte do lado esquerdo de seu rosto. Essa diferença de perspectiva faz com que a Monalisa aparente ser maior quando observada do lado esquerdo; e menor se observada do lado direito.

2) A falta de sobrancelhas: além do sorriso enigmático já muito conhecido, a representação apresenta também a aparente falta de sobrancelhas no rosto de Monalisa, contribuindo para a expressão alcançada por Da Vinci.

Não podemos dizer que esses dois elementos são falhas do artista. Muito pelo contrário, Leonardo da Vinci era um gênio e com certeza esses elementos visuais significam algo. Os historiadores da arte buscam a resposta, mas há talvez a possibilidade de Da Vinci ter levado seus segredos para o túmulo, junto de si.

Renan Belmonte.